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Alunos premiados na OBA

18/12/2009 — Cintia Cardoso da Silva de Vasconcellos

Os alunos Bruno do8º ano B e Natany do 5º ano A, foram premiados na última semana pelo bom desempenho na Olimpíada Brasileira de Astronomia 2009.

O evento foi realizado a cidade de Barra do Piraí no Centro Universitário Geraldo di Biase – FERP com a presença dos coordendores regionais, pais, alunos e professores.

Vejam as fotos:

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Caleidoscorpus – colhendo frutos

10/12/2009 — Fabiana Marcelino de souza

 

 

 

Projeto Comunitário: Sexualidade e higiene na adolescência

 

 

 

Professora Simone – Ciências (6° ao 9° ano)

 

 

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Viagem do conhecimento

03/12/2009 — Cintia Cardoso da Silva de Vasconcellos

Os alunos do 9º ano participaram da II Viagem do Conhecimento http://www.viagemdoconhecimento.com.br/ apoiados pelo professor de Geografia Silvio e pela FML Cintia.

A 1ª fase foi feita na Escola e dois alunos foram classificados para a 2ª fase no pólo da cidade de Barra do Piraí.

Parabenizamos a todos os envolvidos pela iniciativa e brilhante participação!

Os alunos Jéterson e Cassiane foram os classificados para a 2ª fase:

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Atividades no laboratório de informática educativa

03/12/2009 — Cintia Cardoso da Silva de Vasconcellos

O LIE (Laboratório de Informática Educativa) é utilizado pela escola não somente para as atividades do Tonomundo. A Equipe técnico-pedagógica utilizou as tecnologias para dinamizar as Paradas Pedagógicas mensais. Esses momentos foram “recheados” por estudos, discussões e reflexões sobre o funcionamento geral da Escola. Além de planejamento de atividades do Programa FOCO -  da Secretaria Municipal de Educação em parceria com o Instituto São Fernando (http://www.institutosaofernando.org.br/vernoticia.php?id=34)

Vejam algumas fotos:

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Diálogo – Egito antigo

02/12/2009 — Cintia Cardoso da Silva de Vasconcellos

Finalizando o módulo Egito Antigo, a turma do 7º ano A fez uma pesquisa sobre os hábitos de higiene. Empolgados, participaram também de um teatro com a profª Simone, sobre o mesmo tema, no Projeto Comunitário “Sexualidade e gravidez na adolescência”.

Vejam parte de nossa pesquisa:

Os cuidados com o corpo

 O corpo era fundamental para os egípcios.

Eles cultivavam vários hábitos de higiene: lavavam-se várias vezes ao dia, limpavam as unhas dos pés, lavavam a boca e cuidavam dos cabelos.

E alguns desses hábitos permanecem até os dias atuais, pois entendemos que além de fundamental para o intercâmbio social, a higiene do corpo também é importante para a saúde. Inúmeras doenças, principalmente de pele ocorrem pela falta de higiene.

Manter o corpo perfumado e as roupas limpas é o primeiro preceito a ser ensinado às crianças e jovens no lar e na escola.

Os cuidados com o corpo inclui a higiene pessoal, mas também a higiene do ambiente

Outro hábito que permanece é o uso da maquiagem para embelezar. Mas atualmente, os homens não fazem tanto uso como os egípcios antigos.

 Pesquisa realizada pelos alunos do 7º ano A: Valéria, Dayane, Adriene, Aline Correia, Larissa, Aline S., Flávia, Raissa e Francielle.

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Corporeidades – Idade Média

01/11/2009 — Fabiana Marcelino de souza

Desfile de Modas – “baú da vovó”

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 Foi um sucesso!!!  A galerinha do 6°ao 8° ano deram um show na passarela. Parabéns!!!

Ateliê – Idade Média

01/11/2009 — Fabiana Marcelino de souza

A ARTE DOS VITRAIS

      Os vitrais são elementos arquitetônicos constituídos por pedaços de vidro, geralmente coloridos, combinados para formar desenhos.

      O vitral originou-se no Oriente por volta do século X, tendo florescido na Europa durante a Idade Média.    Amplamente utilizados na ornamentação de igrejas e catedrais, o efeito da luz solar que por eles penetrava, conferia uma maior espiritualidade ao ambiente, efeito reforçado pelas imagens retratadas, em sua maioria, cenas religiosas.

      De acordo com o embasamento teórico sobre os vitrais, a professora de Arte Juliana Silvestre trabalhou junto com a professora de informática Fabiana, a atividade prática com os alunos visando uma aula dinâmica e interativa visando trabalhar o conteúdo relacionando-o com os elementos básicos da linguagem visual. O objetivo da atividade foi criar vitrais pensando no conceito contemporâneo da arte.

       Os vitrais foram criados com cola misturando pigmentos líquidos, no qual os educandos criaram as tintas e, em seguida, exploraram diferentes formas sobre um pedaço de plástico. Depois de seco, os trabalhos podem ser retirados do plástico e anexados em vidros dando, a transparência e o efeito colorido dos vitrais.

     A proposta foi aceita de maneira proveitosa pelos alunos e proporcionou um ambiente de interação e de aprendizagem significativa, no qual todos participaram e alcançaram os objetivos propostos.

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A Colagem foi feita nos vidros do refeitóriofff

Idade Média

13/10/2009 — Fabiana Marcelino de souza

Ludoteca

Jogo do Moinho ou Trilha

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Os alunos do 8°ano B realizaram mais uma atividade do módulo da Idade Média

As orientações foram dadas pela 

 professora Nirvana (Matemática) e FML Fabiana.

Espiam só como foi ……….

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IDADE MÉDIA

10/10/2009 — Fabiana Marcelino de souza

Pesquisa Medieval

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Douglas Garcia – 7° ano B

 

A HISTÓRIA DE PARSIFAL

 

Vinde, meus netos, lá fora o vento arranca as folhas; o céu está tão escuro, aqueles pinheiros, ao longe, parecem negros! Vinde. Eu vou contar-vos uma história toda da luz. Vereis como o vento se cala muito depressa para vir escutar também. Sentai-vos, assim, bem perto de mim. Vou mostrar-vos entre todas as lendas a mais linda. Vou contar-vos a lenda de Parsifal.

Era uma vez uma pobre mulher que amara muito um guerreiro, um forte guerreiro, uma dessas almas ansiosas de conquistas, de glória. O guerreiro partira um dia para o Oriente. A necessidade de feitos maravilhosos fechara-lhe os olhos às lágrimas da mulher. O guerreiro partiu… e nunca mais voltou.

Contaram depois à triste mulher abandonada que um traidor o matara, à falsa-fé. A triste pegou no filho, uma criança pequenina e desapareceu com ele, na floresta.

Nunca o filho poderia saber que se fabricavam armas com que os homens se matavam uns aos outros; nunca, nunca aos seus ouvidos chegariam feitos da cavalaria, as leis da cavalaria…

Habituá-lo-ia ao doce marulhar da floresta, nas manhãs de Primavera. Aprenderia a sorrir com as flores. Pelas tardes de Verão, havia de mostrar-lhe a macieza da terra, todos os tesouros do sol sobre as árvores, e, à noite, debaixo dos olhos das estrelas, contar-lhe-ia como eram felizes em paz, encostados ao peito da natureza. A mãe pensava assim. Mas guardemos o filho de um leão dentro de uma sala. Cresce; e, um dia, o mistério da sua força estala nele. As portas da prisão voam em estilhaços. O leão sabe que é o leão e que a selva, a grande, está à sua espera! Também Parsifal, o rapaz que a mãe tentara criar com o leite da brandura, um dia… acordou!

Passam na floresta uns cavaleiros armados. Parsifal pára, deslumbrado, contempla-os. As armaduras, as armas fascinam-no. São mais belas do que todas as danças da luz nas clareiras do seu reino. Os cavaleiros falam. Vêem-no belo, resoluto, robusto, tão claro, tão inocente, e põem-se a contar:

— Há longe daqui um rei maravilhoso, o rei Artur. Os teus olhos parecem puros, transparentes. Tu poderias talvez ser recebido por ele. Servem-no doze cavaleiros – entre os mais nobres, os escolhidos, a flor da cavalaria. A sua corte é um paraíso de claridade. Ser cavaleiro é a carreira mais gloriosa que um homem pode desejar!

— E o que preciso de fazer para ser cavaleiro?

Riem alegremente os moços. As árvores sussurram, brandas, de atalaia. E os cavaleiros respondem:

— Ser cavaleiro é ter um braço forte; é ter uma chama a arder sempre no coração; é defender os fracos, corrigir as injustiças, levantar bem a cabeça e lutar por um ideal.

Parsifal treme; o deslumbramento apodera-se dele. Nunca ouvira palavras tão estranhas. O seu cérebro inocente compreendia, exaltava-se. As lágrimas da mãe correm, correm, não podem fazer parar o desejo do filho. Como suster o curso de uma torrente de lava?

Parsifal partiu. A mãe ensina-lhe todas as regras da cavalaria trocadas, para que o filho seja mal recebido, se aborreça e volte. Não se lembra: a águia, para se erguer no ar, não precisa que lhe apontem os picos mais altos da montanha! Diante do olhar mago de Parsifal, desenrolam-se, claras, as páginas do Livro da Cavalaria. Espera-o o rei Artur – o rei dos heróis! Para ser recebido à sua mesa, é necessário ter vivido só para amparar os fracos, proteger as mulheres e as crianças, libertar os que estão injustamente encadeados; é preciso sentir, como facho ardente, a necessidade de erguer em cada dia a própria virtude até às estrelas.

Parsifal combate, Parsifal arranca todas as flores do heroísmo e chega assim à corte do rei Artur. As façanhas de um herói têm asas, vão muito longe. Até a luz do sol as quer contar. Parsifal é recebido com alegria, é armado cavaleiro. Não mais forte, mas mais feliz, parte de novo, com novo ardor. Uma princesa geme no seu castelo, sitiada pela ferocidade de centenas de inimigos. O braço de Parsifal, como só deseja o bem, tem força para a libertar. Sempre as princesas casam com o herói que vem salvá-las. Mais rebrilhante ainda de glória, com mais pontos de luz sobre a armadura, Parsifal chega ao castelo do Santo Graal. Que castelo é este? É um castelo muito alto sobre nuvens. Tão grande, tão maravilhoso, não tem igual… Numa das salas, a que tem janelas sobre o espaço azul, sem fim, – um azul que nunca se turva, pois se as nuvens ficam por baixo! – nessa sala é guardado por espadas de luz o Santo Graal, uma taça de jaspe imaculado.

Segundo a lenda, o sangue de Jesus teria sido recolhido nesta taça por José de Arimateia. José de Arimateia morreu e os anjos sustentaram no ar a taça onde caíra o sangue que salvou a terra. Uma vez, um rei (chamava-se Titurel) subiu uma montanha muito alta, a montanha da Salvação, a montanha de Monsalvat, ergueu sobre a montanha maior o castelo mais alto, mais resplandecente; e os anjos vieram entregar-lhe a taça abençoada. Todos os que guardavam a taça ficavam puros, limpos de todos os desejos inúteis. Os olhos que podiam olhar o jaspe ardente, onde caíra o sangue de Jesus, como iriam eles procurar as coisas da terra?

Por si próprio, nenhum cavaleiro encontraria o castelo no monte da Salvação. A voz do Senhor, distante, chamava e só os que a ouviam, podiam atravessar a floresta, uma floresta tremenda, eriçada de picos, a velar aos olhos que não eram dignos o castelo do mistério. Se o cavaleiro passava e não perguntava pelo Santo Graal, se chegava junto da taça maravilhosa e não queria reconhecer o milagre, cerravam-se todas as portas, ficava cá fora, ao frio, na escuridão.

Reparai bem no caminho seguido pelo herói. A corte do rei Artur é a cavalaria da terra, são os grandes feitos sobre a terra. O castelo do Santo Graal, lá mais em cima, é o castelo dos cavaleiros de Deus, dos heróis de Deus. Parsifal penetra no castelo. É rei precisamente um tio de Parsifal: Amfortas. O golpe de uma lança envenenada atormenta o rei Amfortas num sofrimento horrível. Só poderia sarar quando um cavaleiro ouvisse a voz de Deus, desejasse ver o milagre do Santo Graal. Parsifal chega. É recebido com alegria, mas ainda não está preparado! Não sabe ver, não sabe sentir a proximidade do poder maravilhoso. Não pergunta, não deseja ver… e as portas do castelo da Felicidade fecham-se tremendas sobre ele. A nova corre. Os cavaleiros do rei Artur expulsam-no também.

Cheio de desespero, desorientado, Parsifal erra pelo mundo em quatro longos anos da pior amargura – a desconfiança de Deus. Sofre, chora, calca todos os espinhos da floresta eriçada de picos em torno do castelo ideal.

Um dia, os seus olhos, cheios de uma desolada dor, sentem uma vibração estranha no ar. Estaca, profundamente comovido, abalado em todas as fibras do seu ser. Vinha ao seu encontro um eremita – aquele que compreende todos os segredos, porque soube expulsar do corpo todos os desejos. O eremita começou a falar, contou a história de Jesus, falou do doce milagre, mostrou nos olhos enternecidos toda a força, todo o resplendor do Santo Graal.
Parsifal tinha sofrido muito, tinha aberto com o sulco fundo das lágrimas um caminho para o próprio coração… Parsifal compreende, agora. Dos olhos que levanta ao céu foram-se todas as sombras do orgulho, todas as razões da glória vã.

Parsifal cai de joelhos e o Eremita, o justo, vê nele o futuro rei do Santo Graal – porque se prostrou humilde, iluminado. Parsifal, banhado por uma força invencível, parte para a corte do rei Artur. Caminha. Vence todos os cavaleiros. Caminha. Sobe, desta vez contrito, consciente, a montanha da Salvação. Entra e aproxima-se do Santo Graal.

O rei Amfortas sente fechar-se-lhe a ferida inclemente, a ferida horrível. Parsifal soubera encontrar o caminho, apoiado à dor, ao arrependimento. Parsifal é aclamado rei do Santo Graal. A suprema glória cai sobre a sua cabeça.

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 Alunos  do 7° Ano B

 

 

 

 

Corporeidades do Egito – posturas corporais

25/09/2009 — Cintia Cardoso da Silva de Vasconcellos

Para falar de posturas corporais, a FML Cintia teve a ideia de convidar uma fisioterapeuta para palestrar aos alunos do 7º ano A, turma que realiza a atividade lúdica Caleidoscorpus.

A convidada foi a fisioterapeuta do Hospital Universitário Severino Sombra, Seliane Silva Ramos, que falou sobre posturas em sala de aula e no dia-a-dia de todos.

Mais que uma palestra, foi uma conversa onde alunos e professores tiraram dúvidas e pediram “dicas” de como usar o corpo de forma correta e não agredi-lo.

Disse Seliane para finalizar,

“Sentir-se bem com seu próprio corpo possibilita, a qualquer indivíduo, uma vivência e a exploração plena de todas as suas capacidades. Quando seu corpo funciona bem, sua atenção pode se voltar às questões coletivas, às relações interpessoais e à construção de ambientes mais saudáveis. Um indivíduo consciente de sua corporalidade é capaz de perceber o mundo à sua volta e interferir no seu curso; ele se percebe intenso e vivo”.

 

Abaixo, algumas dicas de como não maltratar seu corpo:

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