Listagem de ‘E. Leontino Alves de Oliveira’

Mapa Mental da escola Leontino – Rio Negro/MS

mapa mental da escola Leontino - Rio Negro / MS

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Escola Leontino Alves de Oliveira (LAO) – Histórico de Rio Negro – MS

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Vejam mais no blog da escola: http://www.tonomundo.org.br/blogs/laotonomundocombrblogs/

Doces típicos do estado de MS

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Frutas do Cerrado

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HINO DE RIO NEGRO

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Rio negro altaneira
Do Brasil uma fração
Eu te quero toda inteira
Dentro do meu coração.

Salve! Salve! Tua pujança
Linda flor do pantanal
Tua fauna ali alcança
Plenitude sem rival.

Os teus campos é um poema
De amor beleza e flores
Onde canta a seriema
A canção de seus amores.

O teu rio belo e piscoso
Não se cansa de correr
Impotente e gracioso
É convite ao lazer.

Quando a tarde esta em festa
Se ouve bem a sinfonia
Dos cantares da floresta,
Entoando a Ave-maria.

Letra: Joel Valeriano Tavares

NÃO É OFICIAL

Fotos de Rio Negro – MS

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A Morte de Luz Antonio Magosso

Só Deus sabe o que estamos sentindo
Tudo que nos rodeia de ti fala
Na rádio e no colégio Leontino
O teu cheiro ainda exala

Vai ser difícil a peleja
De te esquecer na comunidade
No coração da igreja
Vai ficar sempre a saudade

O programa da Ave-Maria
Já era mesmo tradição
Além de levar alegria
A todos com o sertanejão

Porém, chegou à hora.
De passar para outro plano
Morar com a nossa senhora
E nosso pai soberano

Foi para todos um desgosto
O que em 2007 aconteceu
No dia onze de agosto
Quando mato grosso faleceu

A cidade vestiu-se de tristeza
Não houve quem segurasse o pranto
O corpo foi levado, com delicadeza,
Pra última morada, no campo santo.

No bar do Valdecir
Num vaneio de mansinho
Parece vê-lo sentado ali
Brincando com os seus netinhos

Nunca iremos concordar
Com a morte não temos apreço
Da morte o que podemos decifrar
É que ela é o fim, mas o começo.

Autor: Pe. Waldemar A. Barros

POESIA


Faca de pau

 

Quem não conhece Rio Negro,

Não sabe como começou um dia,

Verá, em resumo, sua história.

Nos verso dessa poesia.

 

                                   Por volta do ano 1952,

                                   Surgiu um homem de coragem rara,

                                  Do estado de São Paulo, o fundador;

                                 Oscar Massato Matsubara.

 

 Iniciou se com a colônia japonesa,

Povo de luta e energia.

As terras foram desmembradas

Da fazenda Santa Luzia.

 

                                     No córrego “João do Bicho”,

                                     Uma faca de pau foi encontrada.

                                     Servindo de primeiro nome da cidade;

                                     Certamente pelos índios confeccionados.

 

 Em nove de maio de 65, foi emancipada.

Politicamente, tornou-se independente.

Um sonho por muitos acalentado,

Tornando o futuro em presente.

 

                                 Tudo era festa, alegria,

                                 Por todos quadrantes de nosso rincão.

                                Fora nomeado o 1º prefeito:

                               José de Souza Brandão.

 

Foram criados dois distritos,

Nesta mesma ocasião.

Na entrada, São Francisco.

E na saída, o perdigão.

 

Novos prefeitos foram eleitos,

Cada qual com o seu talento.

Que agindo com heroísmo,

Puseram a cidade em crescimento.

 

                                                        Recordamos com respeito

                                                        Brandão, Euclides, Nélio, Eronias.

                                                        E ainda os demais prefeitos;

                                                       Cezário, Lair e Chiquinho messias.

 

A cidade fora construída,

Há 152 quilômetros da capital.

À destra do rio que lhe empresta o nome,

Em terras secas do alto pantanal.

 

                                                           No inicio não havia pecuária,

                                                      Somente lavouras neste chão pantaneiro:

                                                      Café, milho, feijão e arrozeiro,

                                                      Deixavam cheios abundantes celeiros.

                                                  

Rio Negro, cidade verdejante!

Já teve sua economia, no passado,

Baseada no café, no diamante

E hoje na cria do gado.

                              

                                                     Caminhões vinham de todo os estados,

                                                     Voltavam cheios de cereais.

                                                     Hoje transportam mudanças

                                                    De famílias que não voltam jamais.

 

No inicio ainda havia,

Na cidade, uma aldeia.

De índios Kadiweus

Mais sumirão como areia…

 

                                               Quando a medicina era precária,

                                               Quase ninguém punha fé,

                                               Apareceu o farmacêutico pratico,

                                               O saudoso Antônio José.

O saudoso professor Joel,

Homem culto, de fé e principio.

Merecia até premio nobéu,

Pela criação do hino do município.

 

                                                 Saudades das festas de maio,

                                                Das nove noites que não tem mais.

                                                Da lua fazendo pose lá do alto,

                                                Das crianças se escondendo nos quintais.

 

Nossos rios são piscosos,

Terra de fertilidade, de gado.

Temos escolas, segurança, comércios.

E muito progresso alcançado.

 

                                                 As cerras rodeiam distante.

                                                Uma delas nos chama atenção:

                                                Parece deitado um elefante

                                                Ou a cabeça ereta de um leão.

 

Numa fria madrugada, de neblina,

Vinte e quatro de agosto,

LAIR e IDIMAQUE morreram em acidente,

Causando-nos tantos desgostos.

 

                                              Bem no alto da colina,

                                              Fora construída a Matriz.

                                              De lá, resplandece a luz divina,

                                              Para que todos sejam felizes.

 

Deus ilumine nosso povo,

Os administradores também.

Que tenhamos um Rio Negro novo,

Por que aqui nos sentimos bem!

  

                                                     Poesia de padre Waldemar Agostinho Barros.

Minha terra natal é Rio Negro

Autora: Marlene Lacerda

Meu berço adorado que me viu nascer, de águas claras.
Fico horas olhando o sol banhando o rio.

Muitos não se importam com esta cidade
Quando a lua aparece com seu encanto
Lá na mata canta os mais belos pássaros.

Quando amanhece
O sol brilha lá nos montes.
O beija-flor beija as flores do jardim de cada casa desta bela cidade.

Uma pequena cidade que mais parece um coração.
Lugar de boa gente.

Rio Negro de cor morena
Tua água azul de cor do céu
Com lindas cachoeiras, pedras e peixes.

Tenho orgulho de ti minha terra natal
Formosa por natureza
Localizada no interior do mato grosso do sul.

As mais belas belezas se encontram no pantanal
Que não fica muito distante de Rio Negro.

Sinto saudades de ti minha terra natal
De ti pode-se fazer o mais belo cartão postal.

A Avenida Brasil
Avenida Mato Grosso
Avenida Sol Nascente
São algumas das avenidas da cidade Rio Negro.

Por mais vezes me diverti andando por tuas ruas largas
Ou mesmo estreitas sempre me senti feliz.

O ar puro das paisagens
O sol que brilha por toda aquela terra
Seja de dia ou de noite
Andar tranquilamente é um paraíso sem fim.

Montanhas por toda parte
As fazendas e chácaras também contribuem na beleza da cidade.

O esporte na cidade é bem aceito
O ginásio é um dos mais belos do Estado.

As escolas cada uma com sua beleza,
Com os bons professores que têm orgulho de ver seus alunos aprendendo
A ler e escrever.

Rio Negro

Rio Negro quando acorda de manhã,
Com o sol arregalado, como sempre acontece.
Já se sabe que a vida será rotina,até que a noite desça.
E a cidade durma embalada no cri-cri dos grilos e o coaxar das rãs.

Mas eu amo esta pacata cidade
Apesar da existência de mui imensas beldades.
Pois sei que me Rio negro a vida é irmã.
E na cidade grande a confiança é vã.

Cidade onde os dias são belos,
E da terra nasce fartura,
Quem aqui vive fica preso por um elo
Mesmo quando vai embora
Em busca de aventura.

Cidade irmã do pantanal
Tem seus belos rios piscosos.
É pena sua fauna e sua flora não estarem livres do mal
Que o progresso faz com seus métodos maldosos.

Em suas ruas brincam as crianças,
Puxando carrinhos ou outros brinquedos.
As pessoas gozam a liberdade da vida mansa;
Longe dos perigos do transito veloz e seus medos.

Rio Negro, neste seu aniversário,
Junto a seus filhos que lhe querem o maior bem,
Quero desejar-lhe de coração:
Rio Negro meu parabéns.

Autora: Zanir Furtado