Viagem aos países lusófonos

Rompendo Fronteiras vai até Guiné-Bissau!

                                                            Guiné-Bissau          

     ROMPENDO FRONTEIRAS viaja com o Thetis Nunes, Julival Rebouças e Luiz Gonzaga.    

 Fomos direto com o Aguático-móvel –bala para Guiné-Bissau, e vimos que poderíamos ficar sem entender nada do que falavam pois além do português eles também possuem dialetos e a língua crioulo. Tudo bem, daremos um jeito se acontecer. Todas do Thetis, do Julival Rebouças e do preferimos andar pela capital Bissau, visitando todos os recantos. Vimos igrejas cristãs, sinagogas e centros com crenças diversas.                                       

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                                                     Foto: Carlos Calveias

Resolvemos comer Caldo de Mancarra, uma comida típica do lugar. Alguns preferiram Galinha à moda do Guiné e também acharam muito bom. Os professores provaram dos dois e aprovaram.. Pagamos
em francos CFA e não achamos caro em relação ao real.

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                                                  Foto: Carlos Calveias

Passeamos pelas ruas e vimos muitas manifestações culturais com o ritmo da música gumbé guineense, muito apreciado por todos da região e que encantou nossos alunos que dançaram conferindo a forte ligação que temos com o continente africano.A população é na maioria rural e resolvemos conhece-la de perto. Saímos de Bissau e fomos para Bafafá, no centro-leste do país, omde vimos pelas estradas as colheitas de .Em todo lugar que parávamos recebíamos as boas-vindas de todos. O povo é muito hospitaleiro, alegre, cantam em todas as atividades de trabalho, inclusive no campo, e nos deixam à vontade. O calor atrapalhou um pouco, pois embora todos estejamos acostumados com ele, pois somos do Nordeste brasileiro, achamos que estava muito seco e nos dava uma impressão incômoda nas vias respiratórias.Como era uma oportunidade única para abordar sobre os Impérios Antigos Africanos, demos uma chegada à um museu que contava sobre o Império Mali.

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                                                            Foto: Carlos Calveias

Os professores adoraram, e compraram alguns postais com ilustrações bem interessantes de máscaras africanas.

       Cada lugar que passávamos era um deslumbramento, vejam que belas fotos!    

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                                                Fotos: Carlos Calveias 

 O pessoal de Aracaju se sentiu em casa, havia belos cajueiros pelo caminho!                                                                                

  Andamos mais pela capital e captamos vários flagrantes interessantes.

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                                                    Fotos: Carlos Calveias

 Quanta cor,  ficamos maravilhados com o colorido das roupas, alegria do povo, o ritmo forte da música e da dança.Dirigimos-nos ao hotel para descansar, sem esquecer de visitar uma escola da região e apresentar nosso programa Tonomundo. O interesse da Direção da escola nos fez anotar seus e-mails e telefones, além dos endereços de todos. Passamos também todas as nossas  direções para que eles pudessem nos encontrar. Quem sabe no futuro?Fomos para o hotel descansar pois o dia foi muito agitado. Partiríamos cedo, depois que a equipe responsável pelo aguático-móvel-bala desse uma vistoria e colocasse mais água no tanque.Na verdade, ninguém queria conversar mais, a noite já havia chegado e a cama era um ótimo convite ao corpo.                                                                                               Vanessa – 9º ano e FML Eneida – Thetis Nunes

 

 

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